segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Conhecendo o processo de libertação




Quando a pessoa está em processo de libertação e não conclui da maneira correta, ela se sente forte e acha que pode caminhar com suas próprias pernas, que não deve ouvir os conselhos dos seus intercessores e que já sabe o suficiente sobre a palavra para tomar as próprias decisões. Disso decorre que ela não busca corretamente a edificação, firmando na palavra, participando da escola bíblica, se resguardando em jejuns e oração, fugindo do mal que antes a escravizava, mas que ainda continua rondando sua vida. Essa pseudo libertação acaba por se tornar um problema maior em sua vida, pois dá lugar à ação do inimigo. Precisamos saber que ele não desiste facilmente, que, ao contrário de muitos cristãos, ele é persistente e insiste nas mesmas estratégias para atingir o seu objetivo: tirar o escolhido do alvo. Isso significa que ele não abandona seus propósitos e age com determinação para roubar as bênçãos. Sabemos pelo conhecimento da palavra de Deus que ele não tem permissão para nos tirar o que Deus deu, mas que somente nós podemos dar a ele essa permissão. E a única maneira de autorizarmos a ação do diabo em nossas vidas é o pecado. Pecar significa fugir do alvo. Quando pecamos, damos autorização ao inimigo para atuar em nossas vidas, porque afastamos a mão de Deus de reger ao nosso favor. Se nos desviamos do alvo, passamos uma procuração ao inimigo e ele envia seus cooperadores para atuar em nossas vidas, com legalidade.

Jesus deixa isso claro em Mateus 12:43-45. Se a pessoa não está completamente liberta, ela continua correndo sérios riscos de dar espaço à ação do diabo que de modo algum desiste dela, mesmo porque sabe que é escolhida e que está tentando trilhar o caminho de Deus. Mas é preciso persistência e, sobretudo, obediência, sem questionamento, porque o mundo espiritual tem reflexo no mundo físico, mas não é visível por aqueles que ainda não estão vendo a luz por completo.

43 E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra.

44 Então, diz: Voltarei para a minha casa, donde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada.

45 Então, vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros. Assim acontecerá também a esta geração má.


Infelizmente, é comum ver nas igrejas pessoas que passam muito tempo apresentando sintomas de falta de libertação, achando-se libertas e voltando a manifestar em outras ocasiões. Por que isto acontece? Porque o espírito imundo que estava com ela originalmente foi arrancado, quando ela se dispôs a viver no caminho de Jesus. como ela não vigiou, deu livre acesso para ele voltar. Não é difícil compreender: a casa foi limpa, adornada e não foi preenchida novamente. Assim ele volta, e volta pior do que era, trazendo consigo outros companheiros.

Mas, como quebrar este ciclo? A única forma é esvaziar-se de sí e encher-se de Deus. Deixar de lado as próprias escolhas, que, em geral, são feitas sob a sugestão do maligno, e olhar para o alto. Esvaziar a casa e a ornamentá-la para o Espírito Santo é a única solução. Desse modo, ao encontrar libertação, deve-se imediatamente adotar uma postura de combate ao pecado, de combate ao demônio, de santificação, de amor a Deus e pedir com todas as forças que o Espírito Santo preencha os espaços deixados pelos demônios, tornando assim impossível ao diabo entrar. “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tiago 4:7)

O diabo tem atacado, principalmente, na vida emocional das pessoas, porque sabe que essa área leva à destruição de outras. Quem não tem equilíbrio emocional, em geral, não tem equilíbrio social, financeiro, profissional. O que ganha de um lado, perde de outro. Além disso, ele sabe que, atacando a família, a célula mais forte da sociedade, ele domina os fragilizados com a separação, com problemas nos relacionamentos, por isso investe com toda força nos relacionamentos. Mas não pensem que ele age ostensivamente, mostrando as garras e os dentes. Isso ele faz em outro estágio, quando o desavisado (ou o avisado que não vigiou) já se encontra na lama. O diabo é sutil e persistente. Ele sugere, não ataca frontalmente. E muitas vezes se apresenta tão inocentemente que acreditamos que ele venha de Deus. Veja o que diz Paulo em 2 Coríntios 11:14 “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz”.
O importante é reconhecermos que ele não brinca e se dermos espaço vai entrar com seu exército para vencer a batalha, mesmo sabendo que é um derrotado. Jesus já venceu por nós, mas se damos legalidade ao diabo, ele afasta de nós o direito de filhos e nos escraviza no pecado. E somente nós podemos legitimar sua ação. Veja o que ele faz para atacar a vida pessoal de quem não se liberta complemente, dando espaço para que outros sete voltem e se instalem, encontrando a casa adornada. Ele usa seus demônios para atacar o ponto fraco de uma pessoa. Eis alguns deles, que agem na vida emocional:

1 Espírito de encantamento: faz com as pessoas se aproximem, principalmente as carentes e que estão em sintonia; cega os olhos aos defeitos e problemas que tão logo se apresentarão; quando ele age, faz com as pessoas se sintam atraídas pelas aparentes qualidades e não enxerguem nenhum defeito ou incompatibilidade, seja ela pessoal, moral, física, ou religiosa;

2 Espírito de confusão e contendas: provoca discussões e brigas por qualquer motivo, ou mesmo sem motivos, para estimular a divisão e o afastamento; faz com que surjam opiniões contrárias à palavra de Deus e estimula a desobediência; quando esse espírito age, o que prevalece são os desejos próprios, a palavra de Deus é negligenciada e até mesmo usada para justificar os erros e pecados mais vis;

3 Espírito de indiferença: faz com que a pessoa não se importe com o outro, com suas reações e anseios; provoca o mutismo e a pessoa só enxerga os seus próprios sentimentos, sem considerar que a ordem de Deus é suportar uns aos outros com amor; quando esse espírito age, o que domina é o “eu”, nunca o “nós”, então, tudo que a Bíblia ensina sobre caminhar juntos, sobre dar honra ao outro, sobre ser dois e não uma só carne é desconsiderado e a pessoa peca por omissão e desobediência;

4 Espírito de separação: tudo faz para separar a pessoa de quem as coloca no caminho do Deus, separa casais e tumultua relacionamentos que edificam, levando a pessoa à sintonia com outras pessoas problemáticas e que a afastarão de Deus; quando esse espírito age, sopra no ouvido da pessoa que o amor acabou, que deve buscar o que a faz feliz, que há opções melhores, que o importante é ser feliz e buscar o prazer ao lado de quem possa despertar esse sentimento que já não mais está presente no lar;

5 Espírito de licenciosidade: faz com que a pessoa se envolva com todo tipo de pecados, seja promíscua e aceite com naturalidade a degradação sexual, moral e pessoal; ela passa a achar correto o que até mesmo a moral mais flexível condena: a prostituição, a perversão, o homossexualismo; quando esse espírito está agindo, a pessoa vê as coisas por um ângulo totalmente contrário à palavra de Deus e passa a viver de forma imoral, em desobediência a Deus, em choque com a sociedade e com os valores morais e cristãos. Ela não vê erro em se prostituir, em vender o próprio corpo ou usufruir da prostituição, ela não enxerga que sexo fora do casamento também é prostituição, mesmo que não seja comércio do próprio corpo;

6 Espírito de angústia e depressão: faz com a pessoa se desencante com tudo e tenha uma tristeza aguda, pois não se satisfaz com nada que recebe e não encontra forças, nem fé para reagir diante das situações; quando esse espírito age, ele faz com que a pessoa se entregue aos próprios problemas e se isole, provocando um sofrimento mental, perda de sono, falta de interesse pelas coisas que antes gostava, perda da auto estima, fobia social, desorientamento pessoal. A pessoa perde o foco e a visão dos próprios planos, deixando-se levar pela tristeza e desencantamento;

7 Espírito de dúvida e negação: faz com que a pessoa não aceite a exortação de quem quer que ela não entre no caminho da destruição; ela passa a questionar a vida das outras pessoas em vez de aceitar a ajuda que lhe é oferecida para sair do abismo; faz com que a pessoa não reconheça que precisa de ajuda e apoio para se libertar; quando esse espírito age, ele leva as pessoas a colocarem em xeque a vida de quem lhes instrui, pastores, amigos mais próximos, cônjuge, pais, enfim, todos aqueles que poderiam ser o seu porto seguro em momentos de lutas e intercessores na presença de Deus; assim condena qualquer atitudes dessas pessoas e dá ouvidos aos interesses contrários, usando a palavra de Deus para justificar ações erradas;

8 Espírito de destruição: leva a pessoa a perder tudo o que tem, bens materiais, valores morais; encaminha para a degradação física e espiritual e pode levar até ao suicídio e à perda da dignidade pessoal; quando esse espírito age, ele se apropria da legalidade dada porque a pessoa abriu espaços em sua vida pessoal e, em desobediência também se descuidou de sua vida financeira, deixando o devorador entrar. Assim, tomando conta da vida emocional, fazendo com que a pessoa se afaste da comunhão com aqueles que mantém a sintonia com Deus e permitindo que ela se aproxime de quem está em sintonia com o mal, mesmo que aparentemente busque o bem (essa é uma sutileza do inimigo), e induzindo a pessoa a pensar que ela não tem mais chance, que não vale mais nada, que já chegou ao fim do poço, o inimigo leva à destruição física, emocional, financeira.

Sabendo disso, podemos escolher lutar ou aceitar a derrota, todavia, é preciso entender que essa batalha é travada no mundo espiritual. Por isso, nossa luta não é contra carne e sangue (pessoas), mas contra o diabo e seus anjos (Efésios 6.12). Não existe arma humana que possa vencê-lo. Não se vence este inimigo com armas físicas, ou mesmo com todo o conhecimento e sabedoria que possamos ter. Não podemos confiar em nossas capacidades para vencê-lo. Esse combate, antes de mais nada, requer preparação. O inimigo é ousado, sabe aproveitar as oportunidades. Por isso, devemos estar em prontidão, sóbrios e vigilantes, como nos ensina 1 Pedro 5:8.

domingo, 8 de agosto de 2010

Amizades


Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana. Em famílias, igrejas e comunidades criamos laços de amizade. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas.
Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.
Instruções sobre amizades http://www.estudosdabiblia.net/d109.htm
As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas "Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).

Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).

As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.

Exemplos de amizades boas e más

Deus nos ensina, também, por exemplos. Três gerações da mesma família servem como exemplos de amizades boas e más. Considere estes casos:

Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).

Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de estuprar a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!

Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!

O que aprendemos?

De tudo que a Bíblia fala sobre amizades, devemos aproveitar algumas lições importantes. Entre elas:

1-Escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado.
2-Valorizar amigos que nos corrigem quando erramos.
3-Cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e participação em religiões falsas.
4-Ser amigos fiéis e de confiança, especialmente nos momentos difíceis quando os amigos mais precisam de nós.
5-Sempre manter nossa relação com Deus acima de qualquer amizade humana, confessando a nossa fé no meio de uma geração perversa.


Quando se trata de amizade, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Provérbios 18:24).

Por Denis Alan



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Na Bíblia nada acontece por acaso, tudo tem um propósito.



Isaque ficou cego, por que ele poderia atrapalhar ou retardar o projeto de Deus sobre a vida de Jacó. Pois Isaque amava a Esaú, mas Deus amava a Jacó - (Gênesis 25:28). A nossa alma, gosto, desejo, não pode ser maior daquilo o que Deus quer fazer, o plano de Deus, sempre será melhor, em todas as áreas (Isaías 55:8-9). Mesmo que eu tenha um plano para meus filhos, devo perguntar qual é o de Deus, pois, o Dele sempre será melhor.


QUAL ERA O PROJETO DE DEUS

Gênesis 25:23
Deus não nos chamou a sermos caçadores (síndrome de Caim, andaria errante, sem ramo, perambulando), mas, sim pastores, pessoas sossegadas, guardadores da casa e das pessoas Gênesis 25:27 e medite Gênesis 2:23-24;
Deus nos manda guardar o leito matrimonial, só o Pastor (Jacó) sabe guardar sua casa, o caçador (Esaú) sempre a abandona por causa de uma aventura;
O que o caçador faz: não dar valor ao direito de primogenitura, ou seja, era um aventureiro e não cumpria os seus deveres de um verdadeiro líder que Deus sempre quer, levava com pouco caso este direito, trocou este direito por uma refeição banal, um prato de lentilhas (refeição comum).
Algo nos parece familiar, em alguns momentos, trocamos os propósitos de nossas vidas, por uma fome de desejo, que pode ser controlado. Esaú não morreria se não comece aquele dia, muito menos nós se não fizermos algo do nosso desejo. Tudo tem que ser controlado e colocado diante de Deus, para uma boa orientação. (Gênesis 25:29-34).
Outra coisa que um caçador faz: não conversar com os pais sobre o namoro e casamento, o caçador se acha auto-suficiente e namora e casa com quem quer (Gênesis 26:34-35), mesmo que isto ofenda seus pais. O temor de Deus não está sobre um caçador. Pense nisso!
Mesmo Isaque sabendo quem era Esaú e quem era Jacó, ele prefere abençoar a Esaú, por que a sua alma estava apegada à dele - (Gênesis 27: 1-4). Deus não quer os prediletos mais sim os escolhidos, eleitos por Ele.


OBS: Alguém pode dizer só os primogênitos é que podiam ser abençoados primeiro; o que fez Jacó, com os filhos de José, o que fez Jessé e Samuel com Davi, etc. Pense! Deus abençoa quem Ele quer. (Romanos 9:7-14).


O problema de Isaque não era comer um guisado saboroso, mas sim abençoar o seu predileto, mesmo sabendo que ele não seria o líder. Lembra do que Deus falou. (Gênesis 25:23).
Muitas vezes nós erramos porque não queremos dar o braço a torcer, em relação a uma preferência nossa ou vontade. Mesmo Deus falando o que Ele quer, ou seja, nos revelando Sua vontade temos um coração não tão moldável. (Eclesiastes 10:2) Direita bênção, esquerda maldição. (Provérbios 4:23);

Uma alma ferida, sem perceber fugirá do propósito que Deus tem para a sua vida e da sua família, sempre colocará obstáculos a sua frente, terá medo de se envolver com o que Deus está mostrando, ela sabe que está certo, mas não consegue realizá-lo, por que está ferida (Isaías 30:26);
Esaú o predileto desonrou a pureza de sua vida, casando-se com duas cananéias e também com a filha de Ismael (Gênesis 28:6-9). Em uma ferida não se coloca remendos mas sim um conserto vivo, tudo deve se fazer novo como o bálsamo de Gileade (Jeremias 8:21-22) (Jeremias 51:8).
Já Jacó foi para Padã-IIarã e procurou agradar a Deus e os seus pais não se contaminar com alguma mulher cananéia (Gênesis 28:7).
Jacó casou com a sua amada Raquel. Raquel morreu e foi sepultada em Belém, ou seja, a ovelha foi plantada onde nasceria o supremo Pastor Jesus Cristo.
O que significa é que Rebeca = “aquela que une”, sabe unir o propósito de Deus para com o seu escolhido e este foi pastorear a sua “ovelha” Raquel.
Já Isaque “aquele que sorriu ao nascer” não entendeu a visão, porque a sua alma ficou ferida no passado com a morte de sua mãe (Gênesis 24:6). Lembra quem consolou a Isaque foi Rebeca “aquela que une”.
Hoje o Espírito Santo quer nos unir ao verdadeiro bálsamo de Gileade que é o Sangue de Jesus Cristo, nos batizar, fazendo-nos assim um novo ser, sem feridas e mágoas (Jeremias 17:14). Não deixe as mágoas e as feridas te cegarem, tenha uma boa visão agora, sarado por completo. Realizando assim o projeto de Deus em sua vida.


Extraído de: http://www.iececj.com.br/esboco/umcoracao.htm

terça-feira, 3 de agosto de 2010


O "Cheiro" da Irreverência

Pr. José Infante Jr.

Minha esposa preparou um peixe para o almoço. Ela soube unir a virtude de ser santista (Santos, terra do peixe) com a formosa culinária da “terrinha” e, sorte minha, que cozinheira (principalmente em “peixadas”) ficou!
Mas voltando ao almoço, o cheiro do peixe ficou por toda a casa. Tudo exalava peixe. Voltei, após o almoço ao gabinete na Igreja. Ao cair da tarde, chegando em casa, D. Ana me perguntou: Ainda há “cheiro de peixe?” Claro, respondi, o cheiro de peixe ainda está “fresquinho”. “Pois eu não sinto mais, acho que acostumei com ele no período da tarde”, disse-me preocupada, pois à noite teríamos visitas.
Esse fato corriqueiro, numa vida familiar, fez-me pensar sobre o perigo de nos acostumarmos com “cheiros” ou “balidos estranhos”. As “ovelhas de Agague” não incomodavam Saul. O monarca logo se adaptou ao “cheiro” e ao balido estranho do “outro curral”. O profeta Samuel, sensível às verdades do Senhor, denunciou a presença de “elementos estranhos” no arraial de Israel.
Há determinados “odores” que, a sorrelfa, chegaram e já se tornaram “normais” no arraial. A falta de reverência é um deles. Qual a parábola do camelo que manerosamente foi colocando o beduíno para fora da tenda, assim a reverência foi cedendo à irreverência em muitos cultos em nosso próprio arraial. Falta o “respeito pelas coisas sagradas” (real definição de reverência).
Nas Escrituras o assunto é vasto. Somos exortados a “servir a Deus com reverência e santo temor” (Hebreus 12.28). É o que estamos vendo com a chegada do chamado “novos tempos?” O “cheiro” da irreverência foi chegando, chegando e... infelizmente nos acostumamos com ele. O fato de escrever tais linhas não significa que estou isento de problemas na Igreja que pastoreio. Volta e meia é preciso bradar da “torre de vigia” para manter o devido respeito às cousas sagradas do Deus Santo. Lembrar que “o Senhor está no seu santo templo” (Habacuque 2.20) e é o alvo solene do culto que lhe prestamos.
Não acontecendo a devida vigilância vai ficando comum “falar ao celular” durante o culto. Durante a mensagem ou oração o silêncio é quebrado por “acordes chatos” dos celulares. Os aparelhos devem ser desligados no início do culto. Médicos, enfermeiras, ou qualquer situação que exija uma espera de chamada, o aparelho deve ficar no vibracall (quase todos possuem tal recurso). A variedade musical nos celulares é grande. Até hinos de clube de futebol servem de toque. Já ouvi um destes em pleno culto. Tentei consolar-me admitindo ser “obra de visitante”. Posteriormente falei à Igreja sobre o cuidado em manter a reverência e cuidar para não perder o olfato espiritual. Acostumar-se com coisas que, segundo o “mundão”, “não tem nada a ver” (ainda estou tentando convencer-me sobre o visitante e o “hino” daquele clube carioca) é ficar insensível ao “cheiro da irreverência”.
Ainda sobre os celulares, é bom os pais perguntarem aos filhos – principalmente os adolescentes – sobre o quê pregou o pastor! Eu coloquei um ponto de exclamação propositadamente; pois a “turma” (alguns), enquanto acontece o culto, usa o celular para os tais “joguinhos virtuais”. E se não houver brado, acostumam-se com o “cheiro”.
Mas não é só celulares que afetam a reverência. E a sede que dá na hora do culto? Se há hora em que a bexiga mais enche, o ventre mais incomoda e o corpo reclama por água, sem dúvida alguma é hora do culto. É claro que acontece necessidades de “última hora”, mas é bom uma palavra de preparo, lembrando o povo de beber água e acertar as necessidades possíveis antes do culto. Sempre lembrando o povo o valor da reverência que se deve ter na Casa de Deus, acontecendo a necessidade de alguém sair no meio da ordem da programação, é de lógica dedução que se deve a uma necessidade de extrema urgência. O que não pode acontecer é Satanás tirar proveito da simplicidade (ou simploriedade?) de alguns para tirar a reverência do culto. A santidade de Deus exige reverência por parte dos seus adoradores.
O assunto é muito vasto. Vai das vestes aos bilhetinhos e passa pelos “cochichos ao pé do ouvido”. Mesmo “cochichando” sobre a mensagem com outros, o crente que “cochicha” pode atrapalhar a compreensão do visitante sobre a mesma. Todo cuidado é pouco. E há, ainda, infelizmente os “risos amarelos”. Aqueles que, durante o culto, estão rindo, rindo e totalmente desapercebidos do que significa adoração em espírito e verdade.
Não, não podemos nunca nos acostumarmos com o “cheiro” da irreverência. Nadabe e Abiu morreram por falta de reverência. Deus feriu a Uzá por causa de irreverência (1Samuel 6.6-7). A irreverência pode matar um culto e, como conseqüência, obstacular a ação do Espírito Santo.
Urge muita vigilância de nossa parte. O bom cheiro que marca um culto é o “bom perfume de Cristo”. Este aroma permeia um culto solene e reverente. Afirma que a “irreverência dos tempos difíceis” (2Timóteo 3.2) está sob os pés de Jesus.

Extraído de http://www.escoladominical.net/forum/viewtopic.php?f=6&t=1094

sábado, 31 de julho de 2010

Fotoshop para a alma?




Um hino chileno que ouvi muito à época de minha conversão pode ser traduzido mais ou menos assim: “uma chaga podre era minha vida e atirado entre as imundícies me encontraste. E Tu estendendo tuas mãos me resgataste para sarar minhas feridas que com amor me curaste. Estou a médio caminho da jornada para chegar a Canaã, onde será minha morada. Perdoa, Senhor Jesus Cristo, sou desobediente, mas tens transformado minha vida e agora sou diferente”.

Depois de muito tempo, enquanto fazia uma caminhada, esse hino me veio à mente e comecei a cantarolá-lo. Mas, diferentemente do que fazia há mais de vinte anos prestei atenção à sua letra, interpretando-a em português, em vez do espanhol que eu repetia mecanicamente, sem me preocupar com sua mensagem.
Aí, então, percebi o sentido do que eu cantava em outra língua sem compreender: quando estamos em pecado (do hebraico avon que significa “errar o alvo e trapo de imundícia”), metaforicamente mergulhamos na sujeira. Entendi o porquê dessa figura, associando-a a uma das mais antigas definições das forças das trevas, pois satanás é Belzebu quer dizer pai das moscas. E é exatamente na imundícia que as moscas habitam. De onde elas vêm não se sabe, mas podemos verificar que quando deixamos uma carne apodrecer, quando passa a cheirar mal, milhares de moscas pairam sobre ela. É assim também que o pecado faz com a humanidade. Quando pecamos, belzebu detecta a imundícia e vem trazer suas mazelas e destruições sobre nossas vidas. Mas é incrível que nem sempre percebemos isso, pois nos acostumamos com o mau cheiro da mesma forma que nos acostumamos com um bom perfume. Aos poucos nem percebemos a lama em que estamos chafurdados. E o pecado passa a ser algo natural. Felizmente, Jesus nos estende a mão e nos cura a chaga podre, transformando o que era fétido em perfume suave, limpando nossas vestes e nos dando a oportunidade de nos sentar a Sua mesa. Aí compreendemos que somente quando Jesus transforma é que nos tornamos diferentes. De outro modo, o que aparece é pura maquiagem. Em tempos modernos podemos dizer “fotoshop”, que muda apenas a aparência, porque ainda não inventaram esse recurso para o caráter.


Por Profa Aya Ribeiro

quarta-feira, 28 de julho de 2010

SE FOR AMIGO DO MUNDO É INIMIGO DE DEUS








E você, meu amado irmão, é amigo ou inimigo de Deus? Certamente responderá: Qual o ser humano ousaria a se projetar como inimigo de Deus?

Vamos meditar na Palavra do Senhor e ao final do texto, você concluirá a sua concepção sobre o questionamento.

Na carta universal do Apóstolo Tiago 4.4, a palavra do Senhor lembra: Não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que se fizer amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.

Palavra ratificada em I João 2.15-17, onde está escrito: Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a desejo da carne, e cobiça dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.

Para que possamos saber se somos amigo ou inimigo de Deus, precisamos primeiramente conhecer o que significa ser “amigo do mundo”.

No Evangelho de Mateus 6.24, disse Jesus: Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.

A Palavra revela que há dois senhores, referindo primeiramente ao Poderoso Deus e Pai que tudo criou, e ao deus mamon. Esse deus induz os seus amigos e seguidores a praticarem as obras da carne (prazer pelas coisas mundanas), as quais são: Avareza, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, vícios, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais, não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam (Gálatas 5.19-21).

Mas os amigos de Deus compartilham do Fruto do Espírito, que é constituído pelo amor, fé, esperança, caridade, paz, alegria, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. E os que são de Cristo vivem o fruto do Espírito porque crucificaram a carne com as suas paixões e promiscuidades (Gálatas 5.22-24).

Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser (Romanos 8.7). Mas se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito (Gálatas 5:25), porque sabemos que somos de Deus, mas o mundo está no maligno (I João 5.19).

E na primeira carta universal de João 4.4-6, a Palavra afiança que maior é o que está em nós, do que o que está no mundo; porque do mundo são; por isso, falam do mundo, e o mundo os ouve. Mas nós somos de Deus; e aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro.

Porque o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do Evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (II Coríntios 4:4).

Com a queda do homem no Éden, ele entregou a satanás o Paraíso que Deus havia lhe ofertado, e por essa insubordinação foi lhe decretada a morte espiritual como também a morte carnal, e de dominador passou a condição de servo do inimigo.

Desde então, o pecado passou a fazer parte da natureza humana, mas Deus na sua infinita misericórdia, não abandou aquele que estava morto na maldição do pecado, pela sua própria desobediência. Antes não poupou nem o seu próprio Filho, oferecendo-O em sacrifício, para resgatar o homem do pecado e da morte e reconciliá-lo consigo mesmo, ainda que para isso houvesse derramamento de sangue.

Hebreus 9. 11, 12, diz: E, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito Tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.

E no Evangelho de João 15.13-18, Jesus revela o seu amor por aquele que resgatou com o seu próprio sangue, dizendo: Ninguém tem maior amor do que este: De dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. E Já não vos chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.

Meu amado irmão, você já tomou consciência do que é ser amigo de Jesus Cristo? Mas para que esse laço de amizade seja consolidado, o Senhor estabelece princípios, dizendo: Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.

Exatamente como Deus entregou um Paraíso ao homem sem que esse fizesse qualquer esforço ou praticasse alguma obra que justificasse merecimento, assim também, Jesus fez todo sacrifício para resgatar e conciliar o homem com o Pai. E pela aspersão do seu sangue, Ele bate em sua porta para se tornar seu amigo, e se você ouvir a sua voz e abrir a porta, irá cear com Ele.

E para tê-lo junto de si, o Senhor pede uma única coisa: Obediência aos seus mandamentos, e que você renuncie as coisas mundo, tome a sua cruz e siga-O, porque o mundo não tem nada para lhe oferecer.

Até mesmo o que lhe parece agradável a carne, são miragens, e ao fim, tudo se transforma em tribulação, tristeza e dor, porque a obra da carne não tem consistência, são apenas fantasias e alucinações. Mas obra do Espírito é viva e eficaz, e traz a certeza que Jesus veio para lhe dar vida e vida em abundância.

Por isso a palavra recomenda: Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12.2).

E jamais se apresente como um simples apreciador ou ouvinte esquecido, inimigo do Senhor, pois, em Mateus 12.20, Ele afirmou: Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.

Meu irmão, considere a grandeza da Palavra do Senhor. Você está ao lado de Cristo ou contra Ele? E se você não está ajuntando com Jesus, certamente está embaraçando o fundamento que Ele edificou, por isso Ele o considera inimigo.

Por essa razão, no início do nosso texto lhe perguntamos se você é amigo ou inimigo de Deus, porque somente os que viveram a experiência de um novo nascimento pela purificação do Evangelho de Cristo, poderão recebê-Lo com verdadeiro amigo.

E para alcançarmos a verdadeira conversão, a Palavra recomenda: Sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos (Tiago 1.22), ratificado em Apocalipse 3.22 onde está escrito: Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.

Portando amado, não seja apenas ouvinte ou somente apreciador da palavra de Deus, nem tão pouco um crente morno e sem compromisso com o Evangelho de Cisto, mas seja cumpridor dos mandamentos do Senhor Jesus. Porque os simples ouvintes do Evangelho não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados (Romanos 2.13). E Jesus assegurou que nem todo o que diz Senhor, Senhor entrará no reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade do Pai, que está nos Céus (Mateus 7.21).

Aprecie a Palavra na carta aos Efésios 2.1-14, assim descreve: Noutro tempo, estando vós mortos em ofensas e pecados, Jesus vos vivificou, quando andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência.

Entre os quais nós também, antes, andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira.

Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo, porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.

Naquele tempo, estáveis sem Cristo, não tendo esperança e sem Deus no mundo. Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto, porque Ele é a nossa paz.

Jesus é a nossa paz, por isso amados, tem que haver distinção entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não o serve (Malaquias 3.17 e 18), e na carta aos Efésios 5.14 vem o alerta do Senhor pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá.

E a primeira carta de João 2.15-17, exorta dizendo: Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, há vontade da carne, há desejo dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.

E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

Deus seja eternamente louvado e o seu amado Filho, glorificado.




Extraído de:



terça-feira, 27 de julho de 2010

IMORALIDADE VIRTUAL ‘Á BRASILEIRA’


Extraído de "A Profecia".

Pesquisa realizada em oito países confirma Brasil com o maior índice de internautas que acessam conteúdo pornográfico.

Jessé Gusmão

Uma pesquisa feita com cerca de sete mil internautas de oito países encomendada pela empresa de informática, Symantec, registrou o alarmante resultado que coloca o Brasil no topo da lista de internautas que acessam sites pornográficos. De acordo com a amostragem, 55% dos usuários da internet navegam por portais contendo sexo explícito. Nos últimos lugares do ranking, estão a Grã-Bretanha e a Alemanha com 35% de usuários que acessam tal conteúdo. Segundo o site britânico BBC, a pesquisa investigou os costumes de 4.687 adultos e 2.717 crianças dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Alemanha, França, Brasil, China e Japão.


Além do alto índice de acesso á pornografia, a pesquisa também mostrou dados empíricos sobre a porcentagem de usuários que se relacionam pela rede. No Brasil, entre os entrevistados adultos 77% afirmam ter feito amizades pela internet. Deste total, 60% dizem nutrir um sentimento especial pelos "amigos online", o maior índice registrado na pesquisa. O contingente infanto-juvenil dá continuidade a esta saga com 74% dos entrevistados relatando que utilizam a rede como ferramenta de cultivo e manutenção de amizades virtuais. Neste quesito, o índice infantil brasileiro é menor apenas do que os 88% registrados pela China.


Embriagante. Este é mais um dos muitos adjetivos usados para definir a 'World Wide Web', a popular internet. Dotada de uma interatividade assustadora e ao mesmo tempo impressionante, como também de uma vasta margem de alcance por meio de alguns ‘cliques’, este "poderoso" instrumento tem feito a cada dia que passa uma quantidade maior de usuários, devotos e, pasmem, cativos. Tornou-se comum o crescimento no número de adolescentes, jovens e até mesmo adultos capturados pela tela "mágica" de um computador que os transportam da dura realidade cotidiana a um mundo de fantasias e de impossibilidades. A grande variedade de entretenimento e a sagaz facilidade de acesso á todo conteúdo ilícito e proibido, a transforma cada vez mais em objeto de cobiça. O que tem garantido a alta demanda de usuários que lotam lan-houses, cyber-cafés entre outras alternativas que lhes garantem o ingresso á "virtualândia".


Além de tudo isso, a internet tem sido a principal fonte de um evasivo e nocivo suprimento das necessidades abstratas humanas. Sem anular os fartos benefícios que ela dispõe, é portadora da vanguarda que permite o indivíduo provar e transformar em realidade os devaneios mais obscuros e profundos de seus desejos. O que leva um usuário á acessar sites de conteúdo pornográfico? A óbvia necessidade de suprir uma carência produzida por outros meios da mídia. A disseminação da sexualidade por intermédio de novelas e programas como Big Brother, Malhação entre outros do gênero, tem fomentado tal demanda e "premiado" o Brasil com o degradante título de país com maior acesso á todo tipo de imoralidade. Em uma nação onde a atração comandada por Pedro Bial é recorde de audiência e mundialmente conhecido e aclamado como o país do Carnaval, o resultado de forma nenhuma poderia ser diferente.


A virtuose que culmina nesta expansiva degeneração moral trata-se do cumprimento da profecia deixada pelo apóstolo Tiago que diz "Cada um é tentado pela própria cobiça..Então, a cobiça tendo concebido, dá a luz ao pecado, e o pecado consumado gera a morte". (Tiago 1:14-15). Eu mesmo já fui por várias vezes vítima desta cobiça e por isso, sofri o gosto amargo e o dissabor de provar a mórbida e frustrante experiência da morte da honra, da paz e da alegria. Quantas crianças têm sido profundamente marcadas pela sexualidade precoce disseminada pela "net"? Quantos jovens têm se tornado escravos de impulsos sexuais desenfreados que consomem a vivacidade e corrompem o caráter de sua juventude? Quantos casamentos desfeitos e famílias destruídas por iminentes adultérios, fruto de um aparentemente inocente e inofensivo bate-papo? Quais os princípios e conceitos incutidos atualmente em nossa deliberada sociedade?


O epicentro desta avassaladora cobiça são os olhos. Por isso, Jesus afirma que se os nossos olhos forem bons, todo o restante será bom. Porém, se nossos olhos forem maus, estaremos envoltos em grandes nuvens de trevas (Evangelho segundo Mateus 6:22 e 23). No entanto, apesar de ter origem naquilo em que focamos nossa visão, a cobiça tem seu início no preciso momento em que esta visão se transforma em um ardente e impulsivo desejo, chamado por Tiago de "tentação". Este, é oriundo de nosso coração. Por isso, o sábio Salomão nos adverte "De tudo o que deves guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida". (Provérbios 4:23) e nos convida a seguir o sublime conselho divino "Filho meu, dá-me o teu coração; deleitem-se os seus olhos nos meus caminhos". (Provérbios 23:26).


Matheus Viana


Leia também o post anteriormente publicado: "O crescimento da interatividade" pelo link: http://profeciaonline.zip.net/arch2007-11-18_2007-11-24.html
Escrito por Profecia
às 16h16

terça-feira, 6 de julho de 2010

Nós pontuamos as nossas vidas




Inicio o tema desta semana com um singelo - porém marcante - conto de autor desconhecido:


“Um homem rico estava muito doente. Pediu papel e pena e escreveu assim: ‘Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres’. Esqueceu de fazer a pontuação da frase e morreu deixando com ela uma grande pergunta sem resposta: A quem ele deixava a sua fortuna? Eram quatro concorrentes: O sobrinho, a irmã, o alfaiate e os pobres. O sobrinho fez uma cópia e colocou a seguinte pontuação: ‘Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres’. A irmã chegou em seguida. A pontuação dela foi assim: ‘Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres’. O alfaiate pediu a cópia do original e pontuou segundo os seus interesses: ‘Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres’. Então, chegaram os pobres da cidade. Um deles, muito esperto, fez esta interpretação: ‘Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres.”


Apesar de não concordar com a desonestidade dos personagens dessa história, gosto de usá-la como exemplo, porque todos nós recebemos de Deus a oportunidade da vida, mas a forma como ela será vivida, só nós podemos definir, só nós podemos colocar os pontos certos nos locais adequados. Embora seja muito cômodo colocar a responsabilidade de nossas escolhas nas mãos dos outros, isso é apenas uma perda de tempo, porque, mais dia, menos dia, Jesus nos há de perguntar o que temos feito das lições aprendidas na Bíblia. Sofreremos as conseqüências de nossas atitudes. Não adianta orar, pedir a proteção divina, se não tirarmos o mundo de dentro de nós (parafraseando o Bispo Roberto). Devemos pontuar nossa vida com as vírgulas da temperança, da justiça, da verdade, do amor. Afinal somos responsáveis por todos os caminhos que tomamos na vida.
Podemos escolher perdoar, não cair em tentações do sexo e da vida material em detrimento da vida com Jesus. E se cairmos, aprendermos a levantar, ter a humildade de pedir ajuda e nos tornarmos novamente criaturas dignas. Atitudes cristãs de quem conhece a palavra e vive a vontade do Pai. Aprendamos as lições que ficam dos tropeços e sigamos a vida, com saúde e prosperidade.
Por isso, não deixemos que o diabo pontue a nossa vida. É a nossa vida, são as nossas emoções! E, mais uma vez, lembremos-: “Não importa o que fizeram conosco, o que realmente importa é o que fizemos com o que fizeram conosco!”
“Mas tu, ó SENHOR, me proteges como um escudo. Tu me dás a vitória e renova a minha coragem.” (Salmo 3.3)"

Por Rosa Maria Olimpio

terça-feira, 29 de junho de 2010


O Universo funciona no ritmo de Deus

Os atuais paradigmas de sucesso têm gerado nas pessoas um medo muito grande de serem enganadas e uma ansiedade voraz para vencer na vida a qualquer custo. Isso acaba gerando um estresse negativo, com forte desgaste energético. No meu ponto de vista, a melhor forma de lidar com essa pressão do dia-a-dia é ampliar nossa autoconfiança e começar a deixar a vida fluir, depois de aumentar a nossa confiança em Jesus.

À medida que fui aprendendo que tudo o que Deus permite que me aconteça é sempre para o meu bem – mesmo que à primeira vista possa parecer uma tragédia –, me tornei uma pessoa muito mais serena e entendi que o Universo não funciona no ritmo da minha ansiedade. Isso depois de aprender que “que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. (Romanos 8:28). O que move as forças da Vida a meu favor são os meus sonhos bem definidos e datados, bem como o foco que coloco na realização de cada um deles. Dessa maneira, passei a não temer as pessoas melhores do que eu, e sim a tomá-las como exemplo. Aprendi a respeitar os meus limites e a não sofrer mais por perfeccionismo. Aprendi, ainda, a não me decepcionar com os planos que não saem exatamente como eu quero, porque sei que tenho um “Sócio” que sabe a hora certa de me colocar nas mãos o que preciso, e não me deixo amedrontar com a raiva ou a inveja dos outros, porque sei que ser invejado é um atestado de competência.
E assim vou vivendo com otimismo, sempre acreditando em dias melhores para a minha vida, preparando-me para eles com muito estudo e trabalho, conhecendo pessoas maravilhosas e inteligentes e, na medida do possível, compartilhando minhas experiências com todos que tenho a alegria de encontrar em minha jornada.
Compreendi que o Universo está vibrando pelo meu sucesso e pela minha prosperidade! Se estou fazendo a minha parte e sou uma pessoa dedicada e entusiasmada, então, deixo a Vida fluir, com toda sua leveza, pois diz a Bíblia em Eclesiastes 3:1 “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. É preciso crer que no tempo de Deus, vai dar tudo certo!

Por Rosa Maria Olímpio

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Atletas de Cristo defendem religião no futebol



Um antigo dito popular diz que futebol, religião e política não se discutem. Mas diversas manifestações envolvendo jogadores de futebol parecem, cada vez mais, motivar discussões. Há, inclusive, quem veja relação entre esses três temas.
Orações, rezas de mãos dadas, sinal da cruz, torcedores no estádio ostentando cartazes ou vestindo fantasias que retratam o mais profundo sentimento de dependência do sagrado estão presentes a cada rodada do Brasileirão.As camisas dos times são chamadas de “mantos sagrados”. E, mesmo os hinos dos clubes também denotam paralelos com a religião. Mostram rendição, admiração, promessa, reverência, dependência, adoração.
Atletas de Cristo
Ex-goleiro do Atlético (MG), João Leite, hoje deputado estadual por Minas Gerais, ajudou a fundar o chamado “Ministério de Atletas de Cristo”, entidade formada por esportistas que se reúnem para encontros que ligam religião e esporte.

“Em 1979, em viagem com o Atlético ao sul do país, conheci o Baltazar, que jogava no Grêmio e sempre manifestava a fé dele. Ele, minha esposa, Eliana Aleixo, que era jogadora da seleção brasileira de vôlei, Jailton, então goleiro do Madureira (RJ), Jânio, atleta do Noroeste de Bauru (SP) e eu tivemos um primeiro encontro e ali nasceu a idéia de criarmos uma associação que congregasse os atletas em nome de Jesus”, recorda.Jogador que mais vezes vestiu a camisa do Atlético (684 partidas, entre 1976 e 1989), João Leite conta que o primeiro grande congresso nacional de Atletas de Cristo ocorreu em 1981. “A partir daí, a associação cresceu muito. Hoje, há Atletas de Cristo em mais de 60 países. Temos jogadores da seleção, como Lúcio e Kaká. Inclusive, o Jorginho [auxiliar do Dunga na seleção brasileira] é o nosso presidente”. Completam o quadro diretivo Silas, atual técnico do Avaí (SC), que ocupa o cargo de 1º vice-presidente e Paulo Sérgio, campeão do mundo em 1994, diretor executivo da entidade.
Futebol x Religião
Em sua época de jogador, o ex-ídolo atleticano não tinha receio em levar a sua fé ao mundo do futebol. Tinha o hábito de distribuir bíblias aos jogadores, seja jogando com a camisa do Galo ou da seleção. A cada contrato novo que assinava, dava uma Bíblia para um jogador do Atlético, em todas as categorias.O gesto trouxe muitas histórias alegres para ele, como quando, em seus primeiros jogos pela seleção, no Mundialito do Uruguai, recebeu do goleiro Tony Schumacher alguns pares de luvas em retribuição à entrega de uma bíblia ao alemão.
Mas também houve resistência. Inspirado no piloto brasileiro Alex Dias Ribeiro, João Leite resolveu mandar bordar na camisa dele do Atlético a inscrição “Cristo Salva”. Certa vez, um árbitro viu a mensagem, relatou na súmula e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) comunicou ao Atlético que se ele jogasse com aquela camisa perderia os pontos.
Recentemente, após a conquista da final da Copa das Confederações, os jogadores brasileiros reuniram-se em círculo ajoelhados no meio de campo para rezar, celebração que motivou duras críticas. Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa de Futebol, condenou ao que chamou de evento religioso. “Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora. A religião não tem lugar no futebol”, declarou.
O jornalista Jamil Chade, revelou no jornal O Estado de S.Paulo que a Fifa pediu à CBF moderação na atitude dos jogadores mais religiosos. Foi apenas uma alerta à entidade, sem qualquer punição aos atletas, já que a manifestação religiosa ocorrera após a partida.Com a experiência de quem vivenciou na pele, ainda como atleta, alguma resistência do futebol à manifestação de sua fé, João Leite fala duro contra qualquer tipo de cerceamento de manifestações religiosas no futebol. Diz ser a favor da liberdade de expressão.
“O Brasil não é um país laico. Somos um povo religioso, com várias religiões: católica, batista, presbiteriana, espírita. Aquela comemoração da conquista da Copa das Confederações foi o momento que eles encontraram para agradecer a Deus, na fé deles, pela vitória. Permite-se que um jornal dinamarquês ridicularize Maomé com aquelas charges, atingindo os mulçumanos. Já para o religioso manifestar a sua fé, aí não é permitido?”, questiona João Leite.
Edmilson, zagueiro do Palmeiras, campeão do mundo pela seleção em 2002, é outro Atleta de Cristo que defende a livre manifestação religiosa dos atletas. “Eu achei fantástico o que os jogadores fizeram na Copa das Confederações. Fizemos o mesmo em 2002 quando a gente foi campeão do mundo. Recebi mais de dois mil emails de pessoas que foram transformadas. Gente do oriente médio, de todo o mundo, parabenizando o nosso trabalho e o nosso ato, o nosso gesto de amor a Deus, ao mundo e às pessoas”, conta.

“Eu não ia guardar uma coisa que me faz bem. Precisava passar para as pessoas. Sobretudo num mundo como o de hoje em que as pessoas necessitam de amor. Ficam incomodados quando você fala ‘Jesus te ama’. Para mim, quem se incomoda é porque não tem Deus no coração”, completa o atleta palmeirense.Para o ídolo do Atlético, a manifestação religiosa feita após os jogos em nada atinge aquelas pessoas que porventura não sejam religiosas ou não crêem em Deus. João Leite considera essencial que sejam respeitados os direitos de liberdade das pessoas. “Eu posso ligar a televisão ou acessar a internet e ver algo que não concorde. É direito da pessoa não concordar. Mas é direito da outra poder se manifestar. Uma das coisas mais tristes são a cassação do direito de expressão e o preconceito religioso. Não entendo como a Fifa possa impedir [a manifestação religiosa]. Ela irá contra a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da ONU [Organização das Nações Unidas]”, indigna-se João Leite.
“É totalmente equivocada a declaração do pessoal da Dinamarca de que a religião deve ficar fora do futebol da mesma forma que a política. Hoje o futebol é política. Por que ele está na Federação Dinamarquesa de Futebol? Porque ele é um político. Ou ele está lá porque ele gosta? Ele é pago para ser presidente daquela federação”, afirma Edmilson. “Não há declaração mais política do que a desse dirigente”, concorda João Leite, que acrescenta: “Pela cabeça dele [Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa de Futebol], deve acreditar na razão, na lógica. Nesse caso, será que ele vai querer tirar o Cristo Redentor para colocar uma estátua do [filósofo] Decartes no lugar?”.
Sobre eventuais excessos no comportamento dos jogadores religiosos, gestos e manifestações dentro de campo, o zagueiro Edmilson avalia que varia de pessoa para pessoa. “Fazer um gesto, erguer as mãos para o céu, colocar camisa com uma mensagem vai da pessoa. Tem jogadores que quando perdem um jogo ou tomam um gol ficam frustrados, decepcionados, então não levantam a mão para o céu. Falam em fanatismo, mas não é isso. Por exemplo, quando o jogador é entrevistado e o assunto é futebol, ele deve falar só de futebol. Não tem de colocar Deus, religião no meio. Agora, se perguntam ao atleta o que ele gosta, é normal responder que gosta de ir à igreja ou de ouvir música evangélica. Se é algo que ele vive, então não tem como ele falar outra coisa”, explica.
“Particularmente, não gosto de pessoa religiosa. A religião aprisiona a pessoa. O compromisso tem que ser com Jesus Cristo e não com placa de igreja, entidades. Não é ser católico, protestante, evangélico. Pessoa religiosa mata, vive sob medos, crenças e superstições. Quando você aceita Jesus, você é livre para fazer o que quiser”, finaliza.E para você, leitor do Yahoo! Esportes, a Fifa deve ou não permitir manifestações religiosas nos campos de futebol? Você é a favor ou contra atos religiosos nos gramados? Dê a sua opinião. Interaja conosco!


Fonte: YPosts / Gospel Prime

sábado, 19 de junho de 2010

A educação, a Bíblia e nossas finanças




"Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo - a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens - não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre" (1Jo 2:15-17).



Entendemos que o termo educação deve alcançar não só a educação escolar, formal, mas também a educação para a vida. Tudo isso concorre para uma vida secular em abundância e nos encaminha para o Reino, pois educar é conduzir, diz a etimologia. Por isso o exemplo dos grandes homens, tanto em sua maneira de viver quanto na sua forma de conduzir suas finanças servem para nos mostrar quais são os propósitos de Deus na condução de Seus filhos.
Salomão, conhecido por sua sabedoria e riqueza, após avaliar todas as coisas desta vida, percebeu que a busca por dinheiro, bens, prazeres, poder ou qualquer outra coisa deste mundo, por si só, não faz nenhum sentido, é como correr atrás do vento. Depois de relatar todas as suas percepções a respeito desta vida, no livro de Eclesiastes, ele escreve: "De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau". (Eclesiastes 12:13-14).
Isso significa que, nesta vida, devemos ter uma escala de valores consoante à vontade de Deus ensinada por Paulo em Romanos 12:2 “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus". Em outras palavras, o apóstolo está nos dizendo que nossas finanças devem servir para nos abençoar, abençoar a igreja e promover a divulgação do Reino de Deus e jamais para nos escravizar e nos afastar do Senhor. Diariamente estamos envolvidos em conflitos de valores. Porque o mundo oferece outra escala de valores, que não se coaduna com a vontade do Criador. Nela a prioridade é dinheiro em vez de Deus; poder em lugar de paz; sucesso profissional em vez de sabedoria; popularidade e fama em lugar de busca da salvação; prazeres mundanos em vez do Reino de Deus.
Uma educação que privilegia o mergulho no consumismo e no estímulo à busca pelo poder e fortuna, não se preocupa com os meios, desde que atendam aos fins. Quando optamos pelos valores mundanos e carnais em detrimento dos valores eternos e espirituais, corremos o risco de nos corromper e nos esquecer de que Deus nos deu um nome, que deve ser limpo em todos os sentidos: moral e espiritualmente, porque ele estará registrado no Livro da Vida e isso dinheiro algum, ou qualquer tipo de influência pessoal pode comprar. Jesus já pagou o preço na cruz. Por isso a educação fundamentada em bases cristãs se reporta às palavras de Paulo aos Colossensses 2:8: "Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo"
Pense nisso!


Por Profa. Aya Ribeiro

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Educação é compromisso e persistência




Educar é conduzir", "guiar" por um caminho, conforme indica a sua origem, o verbo latino "duco". Mas caminhos precisam ser construídos, e isso não é algo fácil e simples. É preciso aplainar o terreno, nivelar as bases, retirar as pedras... Tudo isso pressupõe compromisso e dedicação. Não se pode desistir na primeira dificuldade, eis porque muitos não se comprometem. Só assume um compromisso quem é capaz de sustentar uma palavra empenhada. Quem honra as promessas solenes, mesmo sem papel ou testemunha.
Professores, como outros profissionais, na solenidade da formatura, fazem um ato público de juramento, assim como é feitos em casamentos e em outros pactos, os quais pressupõem uma escolha e uma determinação em persistir. A persistência é uma idéia firme e constante de algo que se pretende fazer, mesmo na presença de incômodos ou dificuldades. E esta é uma condição sine qua non para o sucesso de qualquer ação educativa, seja ela no plano formal, ou informal, secular ou religiosa.
A persistência é uma virtude fundamental para o sucesso, pois fortalece a vontade e a atitude das pessoas. Sabemos que ser persistente não é uma tarefa fácil. O mais comum é encontrar obstáculos e querer desistir. Entretanto, a história nos mostra que o sucesso é conseguido com determinação. Einstein já afirmava que “o único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”. Essa constatação serve a todas as áreas e na educação ela é essencial e está respaldada nas palavras de Jesus em Lucas 9:62: “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus“. E reiterada na exortação de Paulo em Romanos 12:7 “Aquele que ensina, esmere-se no fazê-lo”.
Ninguém que desiste na primeira tentativa, ou sob pressão contrária, que abre mão de seus princípios está apto a conquistar os louros e as promessas. No campo semântico de Educação, se relacionam as palavras “compromisso” e “persistência”, sem as quais é impossível vencer a luta contra a sedução que busca desviar do caminho aqueles que deveriam ser conduzidos a um bom lugar. Educar, pois, é persistir em conduzir as ações a um caminho sólido, depois de retirar as inevitáveis pedras, que também são elementos importantes para a sedimentação de uma educação cristã, lembrando que nosso caminho deve estar firmado na pedra angular, aquela que muitos construtores rejeitaram. Aqueles que optaram por não firmarem um compromisso, ou não persistiram nos propósitos firmados nessa Rocha.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Por que a Bíblia orienta a usar a vara na correção dos filhos?




Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos. (Pitágoras)

O Congresso Nacional discute um projeto que proíbe a aplicação de castigos físicos, moderados ou não, nos filhos, mesmo que a punição tenha caráter pedagógico. E os pais que desobedecerem a lei podem ser obrigados a fazer tratamento psicológico ou psiquiátrico, junto com as crianças. Atualmente, esse tema tem sido bastante discutido em várias rodas, mas o que diz a Bíblia sobre isso?
A Palavra de Deus é manual de conduta em todas as áreas e nela devemos buscar conselho. A Bíblia, reiteradas vezes, enfatiza a importância da disciplina. E todos sabem que quanto mais jovens, mais fácil é aprender a disciplina. Crianças que não recebem disciplina crescem rebeldes, sem respeito à autoridade, e consequentemente, não estarão dispostas a prontamente obedecer e seguir a Deus. A vara da correção é citada na Bíblia, não só de forma metafórica, mas também como instrumento fisco de correção. Não de castigo, é preciso deixar bem claro. Deus usa a disciplina para nos corrigir e nos conduzir ao caminho certo e para encorajar o arrependimento por nossos atos. Em várias passagens, a Bíblia ensina: “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno.” A vara é uma haste flexível e por isso mesmo nos impede de colocar força exagerada, quando a usamos para a correção. Se, ao usá-la, os pais exagerem na força, e usarem a vara de forma errada ela pode se quebrar. Isso de certa forma protege a criança. Por isso, certamente, a Bíblia não diz para usar o braço, mas a vara da disciplina. Disciplina causa sofrimento e envolve dor, pois se quisermos alcançar as virtudes temos mesmo que mortificar muitos de nossos impulsos e desejos. Sentimos quando somos disciplinados, mas essa dor é passageira e não causa danos, ao contrário da dor que pode advir da falta de correção.
Somos testemunhas das nefastas conseqüências de uma geração de pais que não usou a vara da disciplina na educação de seus filhos: infelicidade, procura desenfreada pelo prazer levando até a morte, dentre outros males. Pais que amam criam seus filhos de acordo com as orientações da Palavra de Deus. E se usam a vara para corrigir seus filhos com amor, estão seguindo orientações bíblicas e colherão os seus benefícios como escrito em Provérbios 29:17 “Discipline seu filho, e este lhe dará paz, trará grande prazer a sua alma.”

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Metamorfose



Mudança é um dos temas que mais me encantam e desafiam o meu viver. Talvez por isso sempre tive uma fascinação pelas borboletas. A Pipa e a Flor, história de Rubem Alves, fala de uma flor, que na verdade era uma linda borboleta, e que fora enfeitiçada. O castigo era viver e morrer sem poder sair de seu lugar. Os humanos podem andar em dúvida e incerteza, mas Jesus
é inequívoco. Ele fala sobre a verdade como algo exato e objetivo. Em outra parte ele nos fala que a verdade é a palavra de Deus revelada. Quando ele falou com seu Pai (João 17:17), ele disse: "tua palavra é a verdade". Quando Jesus falou sobre a verdade, ele não estava falando sobre uma vaga abstração resultante de um intenso pensamento humano.
O mais interessante a respeito das mudanças em nossa existência é que temos plena noção de que elas são necessárias para a nossa evolução, mas por nos tirarem da nossa área de conforto, despertam-nos o medo do desconhecido, o que acaba por nos sabotar muitos passos para o progresso. A palavra de Deus é verdadeira independentemente do fato de eu concordar com isso, de eu aceitar e obedecer, ou rejeitar e contestar.
É preciso estar consciente de que sem mudança não há crescimento, apenas estagnação e, no campo profissional, até um retrocesso, que pode acarretar muitos fracassos e desilusões. Sabendo disso, aprendi a acordar a cada manhã com o coração aberto para Jesus. Ele diz: "Conhecereis a verdade". Jesus plenamente ensinou que podemos e devemos conhecer a verdade. Podemos distinguir o certo do errado. Paulo instruiu os Tessalonicenses: "Julgai todas as cousas, retende o que é bom;
abstende-vos de toda forma de mal" (1 Tessalonicenses 5:21-22). Ainda hoje é verdade que a "lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos" (Salmo 119:105). Para assimilarmos melhor as mudanças que possam surgir em nossa vida, precisamos ser pessoas mais preparadas. Entendi que nada vai mudar no meu mundo se eu não me dispuser primeiro
a mudar minhas atitudes e o meu olhar crítico em relação às pessoas e situações. Sei que sou "rosa". E não vou me tornar uma “borboleta” – aquela pessoa maravilhosa que quero e posso ser – enquanto continuar a agir como uma “lagarta” dentro de meu casulo. E, mesmo que essa metamorfose seja um pouco dolorosa, sei que é melhor tomar a iniciativa e mudar enquanto é tempo do que ser mudada pela força das circunstâncias.
Acredito que uma transformação que me traga realização pessoal e felicidade com certeza fará de mim uma pessoa muito mais entusiasmada, de bem com a vida e generosa. Fará bem a mim e ao mundo à minha volta! . Em Timóteo 3:16-17, Paulo disse: "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." Paulo também disse que seu ensinamento não tinha palavras de sabedoria humana, e sim palavras reveladas pelo Espírito Santo.Como diz o escritor Rubem Alves, “Não haverá borboletas se a pessoa não passar por longas e silenciosas metamorfoses.E acrescento, fundamentada na Bíblia: Só Cristo liberta e transforma!”


Rosa Maria Olimpio

sábado, 8 de maio de 2010

Educação, entusiasmo e crítica




Eis uma questão que nos instiga: devemos educar pelo estímulo ou pela crítica? A maneira como enxergamos um objeto demonstra nossa concepção de mundo, de homem e de educação. A conhecida história da visão de um copo com água visto por diferentes pessoas delineia essa perspectiva: o pessimista vê o copo com água pela metade e afirma: “está quase vazio”, ao passo que o otimista, diante da mesma quantidade de água assegura “está quase cheio”.
Pois essa analogia serve também para ilustrar o posicionamento de educadores que usam a crítica e os que usam o estímulo para educar. Os primeiros tendem a enxergar em primeiro plano o erro e evidenciá-lo, já os do segundo grupo tendem a reforçar os acertos. Dependendo de nossa concepção de educação, temos a tendência a olhar para os desafios de uma forma ou de outra.
Muitos educadores pensam que expor o erro, evidenciando-o como forma pedagógica leva o educando a ser melhor. Se considerarmos essa metodologia na perspectiva cristã, veremos que o estímulo é a alternativa que caminha no sentido oposto. Criticar é apontar falhas. É expor o erro, o que nem sempre encontra ressonância positiva, pois toda crítica tem “um que” de despeito tendencioso e destrutivo, ao passo que o estímulo leva a um entusiasmo em prosseguir. Sabemos que dificilmente se conquista alguma coisa apenas apontando falhas.
Um dos principais objetivos da educação é ensinar valores. Como alguém pode ensinar valores se se considera acima do bem e do mal para esperar o crescimento com base em críticas?
Com a crítica, o copo que estava quase vazio acaba por esvaziar, pois muitos deixam de fazer para não correrem o risco de ser criticados. Quem pouco faz, pouco erra.
A educação nos moldes cristãos deve transmitir a criticidade, todavia em forma de sabedoria, mediante exemplos práticos. Quem critica deve apontar ou dar exemplo de solução. A crítica vazia é inócua e tende a tirar o entusiasmo, enquanto o estímulo possibilitado até mesmo pelo erro leva o educando a enfrentar os desafios.
No episódio da mulher adúltera, vemos a posição de Jesus como mestre que ensina sem evidenciar o erro, mas faz dele uma possibilidade de acerto. Quando Jesus disse na passagem narrada em João 8:7: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra, Ele nos ensina uma grande lição: educadores não estão acima do bem e do mal, mesmo que revestidos de autoridade temporária.

sábado, 1 de maio de 2010

Concepção de educação e o exemplo de minha avó




É interessante observar que tendemos a seguir os caminhos daqueles a quem admiramos. Portanto, devemos dar importância a quem nossos filhos consideram como seus “heróis”.
Eu sempre admirei minha avó, talvez seja por isso que me tornei professora. Quando criança, eu ficava encantada em ouvir suas histórias e causos. E achava que ela era a mulher mais sábia do mundo. Ainda hoje eu penso assim. Vovó era professora e parteira. Várias pessoas, de figuras anônimas até pessoas com expressiva participação na sociedade e no cenários político e empresarial brasileiro, vieram ao mundo pelas mãos dela. Assim como muitos também foram alfabetizados por aquela pequena senhora de personalidade marcante. De atitudes firmes e de gestos sensíveis como acolher em sua casa e alimentar quantas pessoas a procurassem.
Ainda hoje, depois de ter estudado nas melhores escolas do país, e passado pelas classes de excelentes professores, considero-a a professora mais sábia que conheci. Vovó me ensinou a ler a Bíblia, quando eu tinha doze anos e me ensinou a diferença entre a letra e o Espírito, além de me mostrar, na prática, o que é dogma e o que é fé. Creio que por admirá-la tanto decidi ser professora, quando todos achavam que eu tinha potencial para seguir outra profissão mais valorizada. Ainda hoje não penso assim. Entendo que o ensino é uma das mais nobres profissões, por isso, faço como Paulo exortou: "... o que ensina, esmere-se em fazê-lo (Rm 12:7b)."
Uma das minhas maiores lições de educação não aprendi nos livros de pedagogia, ou na sala de aula de nenhuma universidade. Foi com minha sábia avó. Um dia, quando preparava a massa para o pão de queijo, vovó me chamou para perto de si e disse que iria me ensinar algo. Mas ela não me ensinou como preparar essa quitanda indispensável nas casas mineiras: ela me ensinou o que entedia por educação. Usou de uma técnica que jamais hei de esquecer: tomou a massa na mão e me perguntou “você sabe como deve ser uma boa educação?” Fiquei observando e esperando a resposta. Então ela me mostrou a massa com a mão semi aberta, depois abriu a mão, deixando que a massa caísse na gamela, em seguida pegou outra porção e a apertou, fazendo com que a massa escorregasse por entre os dedos. Nesse instante construí nessa analogia a minha concepção de educação: educar não é deixar solto, nem controlar demais. É ficar do lado, amparando, sem pressionar. Se a mão do educador estiver semi aberta, a massa não cairá, nem se esvairá por entre os dedos.

sábado, 24 de abril de 2010

Jesus e a Zona de Desenvolvimento Proximal




Lev Vygotsky, um educador russo, afirmou que “O saber que não vem da experiência não é realmente saber”. Nessa frase podemos ver a base de sua teoria pedagógica: para ele todo aprendizado é necessariamente mediado. Segundo Vygotsky, o primeiro contato da criança com novas atividades, habilidades ou informações deve ter a participação de um adulto. Ao internalizar um procedimento, a criança “se apropria” dele, tornando-o voluntário e independente. Assim, admite que a única aprendizagem significativa é a que ocorre por meio da interação entre o sujeito, o objeto e outros sujeitos (colegas ou professores).
Nesse sentido, fazemos uma associação com o que ensina Salomão em Provérbios 22:6: “Ensina a criança no caminho em que deve seguir, e mesmo com o passar dos anos ela não se desviará dele”. Para o sábio rei, a aprendizagem significativa é aquela que passa pela mediação, assim como ensina Vygotsky. Observe que ele diz: “ensina no caminho”. Ele não diz “ensina o caminho”. A diferença reside no fato de que ensinar no caminho é estar com, é seguir junto. Nesse caso o adulto não aponta o exemplo, não mostra o caminho, mas segue também nele, participando ativamente, o que referenda a expressão do educador russo: “O caminho do objeto até a criança e desta até o objeto passa por outra pessoa”
Vygotsky chamou de Zona de Desenvolvimento Proximal a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de resolver um problema sem ajuda, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através de resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou em colaboração com outro companheiro. Ao educar, devemos agir assim: mostrar que fazemos, com exemplos significativos; fazer junto, mediando a aprendizagem, para, numa terceira etapa, deixar que o educando descubra as suas potencialidades. Jesus agiu assim com seus discípulos. Mostrou pelas suas atitudes o que deveriam fazer; seguiu fazendo com eles, admoestando e ensinando no caminho e depois deixou que seguissem fazendo, conforme o dom de cada um.
A verdadeira educação é aquela que agrega, que interfere para sempre no curso de vida das pessoas, que transfere valores e conhecimentos que irão ajudá-las e qualificá-las para construir uma vida digna.

sábado, 17 de abril de 2010

Antes só que mal acompanhado


Essa expressão faz parte do acervo popular e traz em seu bojo uma grande lição, quando estabelecemos uma analogia não só com nossos relacionamentos pessoais, mas também com as escolhas educativas. Os lugares e as pessoas que escolhemos para conviver compõem nosso repertório de aprendizado e determinam nossa forma de ver e de conceber o mundo. Não podemos separar os aspectos cognitivos dos afetivos. Nossas afinidades determinam nossas escolhas e com elas a forma como aprendemos e como apreendemos o mundo. Isso equivale dizer que as nossas companhias também definem a nossa educação, tanto no sentido lato, como estrito. Se me cerco de pessoas com tendências culturais diferentes daquelas que temos como ideal, é natural que aos poucos vou inserindo sua forma de sentir e de perceber essa cultura e passo a aceitar e a incorporar esses valores. Se me cerco de pessoas que, em vez de coisas fúteis e vulgares, se permitem ampliar seu universo cultural e intelectual com livros de boa qualidade, certamente serei motivado a conhecer e a entrar nesse ambiente.
Nesse sentido, a escolha do ambiente que nossos filhos freqüentam e de suas companhias é importante para a sua educação. Não estamos falando de classe social, ou de nível acadêmico, mas de pessoas que têm o que partilhar e acrescentar. E isso não depende de dinheiro, posição social ou titulação. Depende, sobretudo, da maneira de enxergar e de priorizar a educação, a moral e os princípios. Pessoas inteligentes falam sobre idéias; Pessoas comuns falam sobre coisas; Pessoas medíocres falam sobre pessoas. Eis porque devemos escolher nossas companhias e cuidar para que nossos jovens estejam cercados de pessoas que estimulem seu crescimento moral e intelectual, sem a frivolidade e a vulgaridade já tão banalizada pela mídia.

terça-feira, 13 de abril de 2010

A família e o amor que a sustenta




É no grupo familiar que se inaugura no desenvolvimento psicológico e o sentimento de aceitação social, sendo nesse âmbito que a criança tem suas primeiras e mais importantes relações. Tais relações preparam não só o relacionamento com outras pessoas, mas também a evolução de sua personalidade. É a família que, em nossa cultura, dá a criança o suporte para enfrentar dificuldades, o que torna necessário seu entendimento e a aceitação para trabalhar essa possível dificuldade.
Todos os pais sonham com o futuro de seus filhos, criam expectativas, idealizam e fazem projetos. Então, ao deparar-se com algo que foge a realização desses projetos, tende a ver frustradas suas expectativas. Há nessas situações o grande risco do desenvolvimento de sentimentos de culpa por parte dos pais, os quais acham que fizeram algo “errado” e, ao depararem-se com uma situação diferente de tudo que fora sonhado, confrontam-se também com uma perda de identidade social.
É nesse contexto que o amor é, sem sombra de dúvida, o recurso essencial para promoção de melhores condições e qualidade de vida da família. Os conflitos fazem parte da evolução humana e na família, no amor que questiona e instiga reflexões sobre nós mesmos é que nos fortalecemos e crescemos. As variadas técnicas psicológicas podem ser de grande eficácia, para que a família passe a ter outra visualização das dificuldades, mantendo-se assim emocionalmente equilibrada, aprendendo a lidar com suas angústias e tristezas, mas somente a certeza de que somos amados e a "não aceitação" das pessoas que nos amam reflete, na maioria das vezes, a não aceitação do outro, da sociedade. Assim, a família nos vê, aponta nossas falhas em nossa defesa, para que a sociedade não o faça de maneira velada e nos deixe deprimidos por não sermos aceitos como somos. A teia familiar se apresenta com toda a sua complexidade, expressando assim, nossa identidade, onde vislumbramos o todo e não a soma das partes. É o amor que nos une, por isso brigamos, porque não conseguimos ser indiferentes aos seres amados. A indiferença é o contrário do amor. Vladimir Maiakovski, poeta russo escreveu e eu tomo a liberdade de citar: "Amar não é aceitar tudo. Aliás, onde tudo é aceito desconfio que não haja amor." Nesse sentido, podemos relacionar com o que o Senhor nos diz em Hebreus 12: 6-7 “ Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos, porque, que filho há a quem o pai não corrija?”

Rosa Maria Olímpio

sábado, 10 de abril de 2010

A educação pelo exemplo


O ser humano é um ser físico, anímico e espiritual, e seu desenvolvimento ocorre em fases, cada uma com necessidades intrínsecas. E, segundo a psicologia Waldorf, essas fases transcorrem no intercurso de sete anos. Durante os primeiros sete anos de vida a criança desenvolve os seus órgãos vitais, até que atinjam a sua forma definitiva. Nesse período ela está entregue, confiantemente a terceiros, de quem vai recebendo proteção e cuidados, e também, modelos e orientações de vida. Nesse período, ela aprende por imitação a língua, a cultura, atividades básicas de higiene, alimentação, vestuário, caminhar, etc. Aprende também os estados de alma do adulto com quem convive e com quem aprende a pensar. Nesse momento, todo o meio que envolve a criança está em comunicação com a alma infantil, as vivências e as suas qualidades penetram na criança atuando sobre o seu ser. A criança aprende a ser, vendo o que são as pessoas a sua volta. E ela tem como modelo de vida, como espelho de seus atos as pessoas que são mais próximas, pais, professores, e aqueles que gravitam a sua volta. Se em casa o modelo é de serenidade e equilíbrio, ela introjetará isso ao formar seu caráter, se lhe são dados modelos de conduta íntegra, com ênfase na honestidade e na moral cristã, ela crescerá com esses valores. Por outro lado, se ela cresce em meio a promiscuidade e a negação de valores éticos e morais, muito provavelmente refletirá esses valores em sua vida. A formação do caráter se dá nos dois primeiros períodos de sete anos da vida da criança, portanto, ocorre até a fase de mudança da fase infantil para a adolescência. Nesse período os pais precisam ter atenção redobrada com os exemplos que dão aos filhos, os professores precisam ser idôneos porque são formadores de opinião, e as relações familiares e de amizades são extremamente significantes. Nessa fase não se aplica o ditado “faça o que eu digo e não faça o que eu faço”, pois o exemplo vale mais do que qualquer lição porque vigora uma das maiores verdades no mundo: a criança imita os adultos em suas atitudes, mesmos as simples, diariamente. Por isso, pais, cuidado com as suas atitudes, cuidado com os seus modelos de vida, cuidado com os caminhos que escolhe. Neles seus filhos vão fundamentar o alicerce para o futuro.

sábado, 3 de abril de 2010

Hipocrisia X Moral




Recentemente recebi um e-mail com o texto de uma psicóloga que assistiu ao filme Cazuza. Suas ponderações me fizeram pensar sobre como as pequenas atitudes de nosso cotidiano contribuem para desviarmos o foco de uma educação alicerçada em valores morais sólidos e cristãos. Estamos aplaudindo pessoas erradas, cujos valores fogem do conceito de uma educação firmada na palavra de Deus. Em quem queremos que nossos filhos se espelhem se nossas escolhas são incoerentes. Será que hipocritamente assumimos: faça o que eu digo e não faça o que eu faço? Vejamos o texto da Psicóloga Clínica Karla Christine.
'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados. Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza? Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível. Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado.
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta. São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora. Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante. Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não. Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria? Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor. Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissessem NÃO quando necessário? Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor. Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser 'amigo' de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'

sábado, 27 de março de 2010

Jesus, os relacionamentos e a educação



Embora muitas pessoas acreditem que, em educação, o mais importante seja o conteúdo, a experiência nos mostra que, salutar é a habilidade de desenvolver e estimular relacionamentos.
A forma como o educador estabelece a sua relação com os alunos determina o interesse e a apreensão dos conteúdos e saberes necessários ao processo educativo. E isso vale para todas as formas de aprendizagem quer formal ou informal. Quer acadêmica, ou espiritual.
Nisso também Jesus é o nosso grande mestre. Durante seu ministério, Ele se relacionou com milhares de pessoas, com diversos temperamentos, status e caráter. E é surpreendente observarmos que Jesus não se comportava diante de seus educandos de uma forma convencional ou padronizada. Ele via em cada um, em cada momento educativo, uma ocasião ímpar que determinava a sua forma de conduzir. Nem sempre sua reação diante de um fato era a que esperávamos. Quando se esperava que Ele censurasse, Ele perdoou, conforme vemos no episódio da mulher pecadora que lava os pés de Jesus, narrado por Lucas 7: 36-50.
Poderíamos julgar que o Mestre nesse momento deveria censurar aquela mulher pelos seus pecados, mas vemos em sua atitude: primeiro, quanta misericórdia tem para nós pecadores e, segundo, que Jesus conhece as verdadeiras intenções do coração e sabe quando são verdadeiras as lágrimas de puro arrependimento e agradecimento. Uma lição a prender aqui é que não é o erro que deve ser julgado, mas a forma como lidamos com o erro. Aquela mulher admitiu o erro e aprendeu, para não errar mais. E o Mestre soube enxergar isso.
Mas nem sempre o método de Jesus era o mesmo. Em situações em que talvez fôssemos condescendentes, Jesus foi rígido e severo, como no episódio em que repreendeu os discípulos pela falta de fé, em Mateus 8: 23-27, quando tiveram medo diante da tempestade, ou no episódio em que censurou Pedro que não conseguiu caminhar sobre as águas, após olhar para as circunstâncias, narrado em Mateus 14:31. Jesus foi ríspido com os fariseus diante de suas atitudes hipócritas e usou de palavras duras ao admoestar-lhes. O que devemos aprender com essas formas diferentes de reagir ao ensinar?
Uma das lições é que as pessoas são diferentes, as circunstâncias são diferentes, portanto, o tratamento não deve ser idêntico. É preciso se firme em alguns momentos, mas em muitos outros a doçura é fundamental. É preciso saber lidar com os temperamentos e com as múltiplas inteligências. Há pessoas que aprendem com amor, outras com a dor. Há quem aprenda de ouvir, ou de ver, outras precisam sentir. Há pessoas que aprendem em uma única tentativa, outras precisam repetir várias vezes até que entendam. Assim como há pessoas que aprendem com as histórias alheias, com as metáforas e parábolas, há aquelas que só aprendem com a exposição direta e com seu próprio sofrimento.
Outra lição é que a aprendizagem não depende apenas do professor. O melhor professor pode não obter êxito em sua atividade se o aluno não estiver aberto a aprender. Não basta inteligência, é necessário motivação. Não adianta ter a faca e o queijo na mão, como afirma o dito popular. É preciso ter fome. A fome, ou o desejo de conhecer são essenciais no processo educativo. Jesus nos mostrou isso em Seu ministério. Milhares foram as pessoas que ouviram Seus ensinamentos, mas nem todos aprenderam. O Mestre era o mesmo, o conteúdo idem, mas o desejo de aprender era pessoal e intransferível. Quando a Bíblia diz que “muitos são chamados e poucos os escolhidos”, essa asserção nos remete ao fato de que muitos escutam, mas nem todos ouvem. Nessa escola, em que todos estão matriculados, só serão aprovados os que se comprometem com o ensino e desenvolvem um relacionamento pessoal com o Mestre. Assim como na escola secular, nem todos que ouvem a mesma aula apresentam o mesmo desempenho. É por isso, também, que o professor precisa estar atento ao tipo de aluno que tem em sua classe. Alguns precisarão ser reprovados para valorizarem o seu tempo e a lição.


Profa Aya Ribeiro

Missão

Encorajar a prática da oração intercessória na vida espiritual de cada membro da Igreja Cristã Manancial de Vida.